(de la película Cão sem dono)
Um embrião cansado invade a escuridão da caverna procurando uma saída.
Escuto o eco rebatido nas paredes da carne
refletindo no olho o desespero da solidão.
A preguiça é o sono dos mortos.
Minha euforia necessita de calma, e minha calma, de euforia.
Que se foda o resto do resto da sobra do que resta.
O restante é o que eu quero.
O amor do instante é o instante em que estamos perto da batida perfeita.
Os olhos são o início do real.
Meu cigarro tem um tempo de vida.
Minha vida necessita de um cigarro.
O que fazer? O que comer?
Será que minha mãe tá certa? Definitivamente, não.
Preciso de um coração que bata descompassado,
sem ritmo e sem melodia.
Não quero a batida perfeita.
Quero o descompasso.
Me dê uma pista, uma lágrima…
Mas me dê algo.
sábado, 8 de enero de 2011
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